Não sei mais que te dizer nem fazer. Estou desfeita por tua causa.
Tenho de te culpar porque hoje não aguento desculpar-te.
Tenho de te perdoar para meu bem ou para teu?
A sociedade constrói-se mas não quero construir nada. Falho demais.
Desiludiste me mesmo muito. Vives de ti ou dos outros?
Porque pensas tantos nos outros e porque és (tão hipócrita, altruísta e egoísta ) humano?
Confesso que nunca me tinha passado pela ideia perder te por completo.
Tinha de morrer e nascer para conseguir aceitar tudo isto. São demasiadas mudanças o mundo está sempre a mudar se pudesse pedir um desejo. Era que ou menos tu não mudasses.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
"Sinto muita dor em relação a ela ". Agora eu sinto muita dor em relação a ti. Sinto me trocada o que é um disparate pegado, porque nem nunca me escolhes te. Mas apesar de não conseguires sentir estou magoada e triste. Falares dela é tortura, passo vários momentos a pensar a imaginar-te e até a idealizar como seras com ela. Não aguento e com toda a naturalidade e calma que tento aceitar que a ames está a ser demais. Vou enlouquecer .Por não te ter, por estares com ela e por não te aperceberes do que fizeste. Não tens de agir como se tivesses tudo correto porque não esta. A realidade é que não sei reagir ao facto de estares bem equilibrado e eu estar perdida. Não te desejo nenhuma especie de mal mas não venhas com hipocrisias nem porcarias assim. Não fales dela, como se fossemos confidentes e esse fosse um tema abordado inúmeras vezes.
Es um destroco da minha existência, eras uma boa parte de mim. Agora que me vejo sem ti não sei bem quem sou, sei que falhei tudo. Falhei comigo, contigo e com a sociedade.
Sinto-me principalmente perturbada porque se ou menos todas as minhas falhas tivesses compensado no resultado final. Mas isso não aconteceu não houve nenhuma alteração socialmente ou emocionalmente.
Fazes me vacilar facilmente, tornas me vulnerável e ao mesmo tempo cortas silenciosamente o meu coração. Olha para mim subjetivamente, vê em quantas partes estou repartida .
Pensa que não me ajudas-te que apenas foste egoísta porque ajudar não é partir e querer ficar. Tu queres as duas coisas. Isso magoa me de uma maneira exagerada. Tu escolhes-te e eu tento não te odiar e não te culpar em compensação vou me detestando a mim. Vou culpando me de tudo o que sinto mas também não mereco o que sinto. Sou pequena para tanto sentimento negativo. Penetras te na minha pessoa, roubas-te o meu coração e devolveste o tirurado em magoa e algum ressentimento. Por isso...
As vezes acho que já não gosto de ti porque não nenhum amor com tanta dor. Sera apenas uma dependencia
.
Es um destroco da minha existência, eras uma boa parte de mim. Agora que me vejo sem ti não sei bem quem sou, sei que falhei tudo. Falhei comigo, contigo e com a sociedade.
Sinto-me principalmente perturbada porque se ou menos todas as minhas falhas tivesses compensado no resultado final. Mas isso não aconteceu não houve nenhuma alteração socialmente ou emocionalmente.
Fazes me vacilar facilmente, tornas me vulnerável e ao mesmo tempo cortas silenciosamente o meu coração. Olha para mim subjetivamente, vê em quantas partes estou repartida .
Pensa que não me ajudas-te que apenas foste egoísta porque ajudar não é partir e querer ficar. Tu queres as duas coisas. Isso magoa me de uma maneira exagerada. Tu escolhes-te e eu tento não te odiar e não te culpar em compensação vou me detestando a mim. Vou culpando me de tudo o que sinto mas também não mereco o que sinto. Sou pequena para tanto sentimento negativo. Penetras te na minha pessoa, roubas-te o meu coração e devolveste o tirurado em magoa e algum ressentimento. Por isso...
As vezes acho que já não gosto de ti porque não nenhum amor com tanta dor. Sera apenas uma dependencia
.
Vou traçar um novo plano com o fim de ser feliz. Vou deixar-te na tua vida. Vou sair sem justificações ou argumentos. Estou magoada com o rumo da vida , não quero o teu apoio e (ou) a tua solidariedade. Não me consegues aquecer mais, apenas me tornas pequenina e apertada. Quando falas baixinho a noite, o meu coração fica tão pequeno e pesado. Parece que trago o mundo dentro de mim com todas as fatalidades e felicidades que fazem parte dele. Acho que poderia descrever-te milhões de motivos pelos quais tenho de partir mas não ias valorizar nenhum deles.
Não me prometes te a eternidade nem nada disso, mas não é por isso que deixa de doer. Estas apenas a tranquilizar a tua mente, não é? Precisas de demostrar que não tens culpa, que fui eu que me iludi e que nunca me quisestes. A cupa está a falar mais alto? Dizes isto por descarto de responsabilidades ou porque és humano e como tal o egoismo e o altruísmo faz parte de ti. Sinto me magoada contigo, tenho um sentimento menos positivo que se esta a instalar em teu redor. Agora acho que tenho de te desculpar não sei porquê nem como. Acho que por tudo o que sinto, tenho de tentar desculpar. Pode demorar dias ou meses, posso até ser disfuncional e não conseguir. Diz me qual foi a terapia que sofres-te é que por vezes não te reconheço. Não quero que me sustentes ou sejas a base da minha felicidade. Isso acabou a quase um mês.Sobrevivi. O tempo passa o vento leva a tristeza e o sol nasce.Tenho de parar de ser ingenua com toda a gente começo por ti. Começo por tentar pensar e não sentir tenho de ser mais racional. Tenho de ir embora só porque ficar não adianta.
Acredita que sou tão humana como tu, porque ver te feliz sem mim tornou se demais.
Preciso de aceitar o facto de a tua felicidade plena ser nela e não em mim.
Preciso de tempo para aceitar a tua escolha.
Preciso de partir para tentar ser o eu que perdi...
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
A tua ausência não te elimina da minha memoria. Ainda não morreste para mim apesar de já te ter tentado apagar da minha mente inúmeras vezes. Continuas presente apesar de trasbordar de ausências tuas. Quando te encontro estas sempre longe demais. Acho que levas-te uma parte de mim contigo quando a escolhes-te. Tenho a sensação que colhes te o meu brilho e transportas a minha felicidade em algum recanto da nossa ( ex) existência. Ou se calhar usas o meu brilho quando estas com ela. Devolve-me meses de felicidade que se tornaram agora longínquos. Devolve-me o que a minha mente está a perder da nossa existência tu sabes que a memoria é o meu triste mal. Eu sei que mais cedo ou mais tarde vou acabar por tornar desfocadas as nossas recordações Eu sei que mais cedo ou mais tarde vou esquecer o sabor do teu beijo. Eu sei que mais cedo ou mais tarde vou olhar me ao espelho e não encontrar destroços da tua passagem na minha vida. Eu sei que posso não encontrar mas o meu coração sente porque o que o rosto disfarça o coração sente.
Mais tarde ou mais cedo tornaste a inalcançável e impossível.
Mais tarde ou mais cedo tornaste a inalcançável e impossível.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Não voltes
Somos relativizados. Não sabemos proteger o que temos começamos a dar lhe valor tarde demais. Será que sentes o vazio que transborda a minha volta. Não sentes porque nunca fomos um só... Como não consegues sentir ou pressentir o que sinto, achas que me tens de omitir a tua felicidade . Sabes, as vezes também gostava de triunfar as vezes gostava de não me sentir sempre diferente.
Estou cansada de me magoar. Estou cansada de ti e as vezes sinto me cansada de mim. As vezes a minha mente enche-se de nada e perco a noção da realidade. Acho que sempre gostei de me perder, de lutar por almas perdidas, de tentar triunfar em batalhas já mais que derrotadas. Sempre fui de extremos, sempre fui de excessos acho que não sei viver no limiar do saudável e do seguro. Tenho sempre de estar a lutar contra mim mesma e exceder as capacidades humanas, não sei quando vou apreender a viver com o que a vida der. Dizem que ficar quieto e ver o mundo a girar é desistir. Dizem que ninguém morre de desgosto, que as dores emocionais não podem matar ninguém, porque não são visíveis e não são tratáveis.
Não sei até que ponto não te tornei um extremo do meu ser, não sei senão fazias já parte de mim. Desde que partis-te sinto me despedaçada, completamente incompleta num limiar de tristeza que me apetece culpar o mundo todo por ter gostado tanto de ti.
Apetecia-me já não gostar de ti. Já não me lembrar da tua voz, queria com toda a força apaga te da minha vida mas eu sofro. Em silêncio porque o que se diz alto é mal interpretado. Tenho vergonha do que sinto, tenho vergonha do que sou, tenho de deixar o meu coração apodrecer fora do meu corpo. Se ele apodrecer aqui dentro não sei se volto a ser eu.
Tenho o espirito sem paz e alma desaquecida. Chegou o Inverno.
domingo, 16 de dezembro de 2012
Somos um só. Somos como um fim de tarde, somos como um dia de manhã. Somos inteiros e quebrados. Somos fugazes tantas vezes que nós tornamos uma enorme vontade de ser.
Não conseguiremos, unir as nossas almas. Não conseguiremos acorrentar o sentimento para que seja suficiente e eterno. Não conseguimos ainda parar o tempo, não conseguimos sentir tudo, como se fossemos um só. Não conseguimos ver um no outro tudo o que desejávamos.
Somos um mar de contradições, transbordamos complicações mas sempre que estamos juntos. Muda tudo completamente, o tempo parece que corre mais rápido eu pelo menos sinto milhões de coisas que não te revelo.
Todos os sentimentos negativos, todas as duvidas evaporam se com a tua presença.
O teu abraço é a junção de tudo o que está quebrado. O teu sorriso fascina-me, a tua voz conforta me. E como adoro adormecer com a tua voz, e acordar com a tua mensagem. Como adoro saber que não vais a lado nenhum mesmo, sabendo que nunca irias permanecer a ato eterno mas sim temporário. Como sabes, eu sempre acreditei num possível futuro.
Sabes que a esperança é o que mais me move e da alento. Sabes que apesar de adorar estar contigo, apesar de todos os "apesar(es)" nós estamos incondicionalmente afastados.
Portanto digo-te com todo o sentimento que consigo transferir...
Gostar, cuidar, tratar e dar tudo por vezes não é suficiente. E não é suficiente por que não vem da pessoa que tu queres.
Adorar é complexo.
Não conseguiremos, unir as nossas almas. Não conseguiremos acorrentar o sentimento para que seja suficiente e eterno. Não conseguimos ainda parar o tempo, não conseguimos sentir tudo, como se fossemos um só. Não conseguimos ver um no outro tudo o que desejávamos.
Somos um mar de contradições, transbordamos complicações mas sempre que estamos juntos. Muda tudo completamente, o tempo parece que corre mais rápido eu pelo menos sinto milhões de coisas que não te revelo.
Todos os sentimentos negativos, todas as duvidas evaporam se com a tua presença.
O teu abraço é a junção de tudo o que está quebrado. O teu sorriso fascina-me, a tua voz conforta me. E como adoro adormecer com a tua voz, e acordar com a tua mensagem. Como adoro saber que não vais a lado nenhum mesmo, sabendo que nunca irias permanecer a ato eterno mas sim temporário. Como sabes, eu sempre acreditei num possível futuro.
Sabes que a esperança é o que mais me move e da alento. Sabes que apesar de adorar estar contigo, apesar de todos os "apesar(es)" nós estamos incondicionalmente afastados.
Portanto digo-te com todo o sentimento que consigo transferir...
Gostar, cuidar, tratar e dar tudo por vezes não é suficiente. E não é suficiente por que não vem da pessoa que tu queres.
Adorar é complexo.
Sou agora um resto do que fui. Guardo um
monte de memorias, tenho pensamentos que não quero e assaltos constantes a minha
mente. Penso em ti, antes de adormecer só porque as noites de inverno são frias
e sinto a tua falta.
Confesso que a tua voz a tua presença a tua temperatura o teu beijo o teu olhar sempre tiveram o poder de me acalmar. Sempre soubeste demasiado bem como me ter sem me ter. Conseguiste transmitir me demasiadas ideais, projectos e formas te comigo demasiados sonhos. Agora que não estas, agora que a distancia se tornou algo quase comum entre nós noto que não sei viver sem sonhos. Agora a minha pequenez torna se demasiado saliente quando toda a minha (suposta) realidade desmorona, como se fosse apenas tudo cartas, e nos fossemos apenas dois jogadores. Agora esta tudo inevitavelmente no chão encontro em todos os lados pequenos traços da minha(antiga) existência. Apenas te perdi, (com toda a ironia e eufemismo) digo esta frase vezes e vezes sem conta.
Tenho de me mentalizar, tenho de me erguer porque tu não me podes proteger mais .Não o farás sabes porque? Porque enquanto me tivestes mesmo sem me ter, não me proteges te deste trágico fim.
Admiro profundamente a tua vontade de mudar com a ideia já construída de voltar. Mudas para que? Para parecer bem a ti, ou a mim? Fizeste o para mostrar que eras capaz de mudar mas desde o instante em que a abandonas te , construíste na tua cabeça a ideia de voltar. Foi o que? Um truque baixo? Uma tentativa falhada? Ou apenas uma maneira de a tentares ter?
Por fim, quero apenas pedir te que me devolvas todo o tempo que te dei sem quase nada se ter realizado, quero que cuides de ti ao mesmo tempo quero que andes com o tempo para trás uns,dois meses para poder fazer tudo da maneira certa. Quero que me devolvas o meu novo coração, não quero este para nada. Não preciso deste vazio nem destes espaços que crias-te não preciso de se ser um pedaço cheio de nada e vazio cheio de tudo.
Não quero sentir a tua falta, nem quero pensar em ti, não quero mais dias de melancolia, não quero ter assaltos constantes a memorias , não quero mais nada. Não quero gostar mais de ti. Doí demasiado gostar e no fim de tudo, sentires que deste tanto tanto e tanto mas ficou tudo igual. Como se nada tivesse sido suficiente.
È como se tivesse apenas de deixar de gostar e agora tivesse de apagar todos os cenários felizes para não sofrer mais. E senão fosse tudo baseado num apenas.
Confesso que a tua voz a tua presença a tua temperatura o teu beijo o teu olhar sempre tiveram o poder de me acalmar. Sempre soubeste demasiado bem como me ter sem me ter. Conseguiste transmitir me demasiadas ideais, projectos e formas te comigo demasiados sonhos. Agora que não estas, agora que a distancia se tornou algo quase comum entre nós noto que não sei viver sem sonhos. Agora a minha pequenez torna se demasiado saliente quando toda a minha (suposta) realidade desmorona, como se fosse apenas tudo cartas, e nos fossemos apenas dois jogadores. Agora esta tudo inevitavelmente no chão encontro em todos os lados pequenos traços da minha(antiga) existência. Apenas te perdi, (com toda a ironia e eufemismo) digo esta frase vezes e vezes sem conta.
Tenho de me mentalizar, tenho de me erguer porque tu não me podes proteger mais .Não o farás sabes porque? Porque enquanto me tivestes mesmo sem me ter, não me proteges te deste trágico fim.
Admiro profundamente a tua vontade de mudar com a ideia já construída de voltar. Mudas para que? Para parecer bem a ti, ou a mim? Fizeste o para mostrar que eras capaz de mudar mas desde o instante em que a abandonas te , construíste na tua cabeça a ideia de voltar. Foi o que? Um truque baixo? Uma tentativa falhada? Ou apenas uma maneira de a tentares ter?
Por fim, quero apenas pedir te que me devolvas todo o tempo que te dei sem quase nada se ter realizado, quero que cuides de ti ao mesmo tempo quero que andes com o tempo para trás uns,dois meses para poder fazer tudo da maneira certa. Quero que me devolvas o meu novo coração, não quero este para nada. Não preciso deste vazio nem destes espaços que crias-te não preciso de se ser um pedaço cheio de nada e vazio cheio de tudo.
Não quero sentir a tua falta, nem quero pensar em ti, não quero mais dias de melancolia, não quero ter assaltos constantes a memorias , não quero mais nada. Não quero gostar mais de ti. Doí demasiado gostar e no fim de tudo, sentires que deste tanto tanto e tanto mas ficou tudo igual. Como se nada tivesse sido suficiente.
È como se tivesse apenas de deixar de gostar e agora tivesse de apagar todos os cenários felizes para não sofrer mais. E senão fosse tudo baseado num apenas.
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